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OR conquista primeiro selo EDGE do Norte e Nordeste

Alma Baiana
Escrito por Alma Baiana

Pouco mais de um ano do início das obras, o projeto do Monvert – empreendimento da OR que está sendo erguido no Horto Florestal, bairro de Salvador – ganhou o selo EDGE de construção sustentável, uma certificação criada pelo IFC (International Finance Corporation), membro do Grupo Banco Mundial. O empreendimento é o primeiro residencial do Norte e Nordeste a receber a certificação, e reforça os valores da OR em sempre trazer a inovação para gerar a melhor experiência possível ao seu cliente.  

Mais que um título, a certificação trará benefícios para os moradores do prédio, com a redução nos gastos gerados nas áreas comuns, através de fachadas e instalações mais sustentáveis, equipamentos de baixo consumo, além de sistemas de reuso de água e geração de energia fotovoltaica. A redução também será proporcionada nas unidades privativas com sistemas que contribuem para uma maior eficiência térmica dos aparelhos de ar-condicionado, iluminação, e redução no consumo de água com dispositivos redutores de vazão nos metais e vasos.    

A certificação é global e concedida para os empreendimentos que conseguem reduzir em, pelo menos, 20% o uso de água, eletricidade e também da energia utilizada na fabricação dos materiais empregados no projeto. O Monvert, que começou a ser construído em setembro do ano passado, com entrega prevista para 2023, conquistou, neste mês, eficiência próxima de 40%, ultrapassando esse percentual na maioria dos itens. “Quanto maior a eficiência do projeto, menor vai ser o custo com água e energia e manutenção do empreendimento”, destacou Daniel Sampaio, diretor-superintendente da OR Nordeste.  

O processo para integrar o time de empreendimentos certificados com o selo envolve algumas etapas. A primeira é a avaliação do projeto. Para tanto, além de participação em reuniões, os responsáveis pelo empreendimento enviam dados sobre a edificação para representantes da certificadora na região. Uma vez recebidas, as informações são inseridas em um software, responsável por apontar, de forma percentual, a eficiência da construção. Se o resultado for igual ou superior a 20%, o projeto recebe o selo.   

Uma vez conquistado, o empreendimento será acompanhado por meio de visitas das equipes da certificadora e da avaliação no produto finalizando, e não mais com base no projeto em si. Quanto maior o índice percentual, mais eficiente é a construção. “As obras vão ter algumas visitas de verificação. A expectativa é que, próximo a março de 2023, quando o prédio estiver erguido, tenhamos um percentual ainda maior de eficiência sobre o prédio pronto. Nossa equipe está sempre desafiada a surpreender ainda mais os nossos clientes”, pontou Daniel Sampaio.   

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