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Vinhos libaneses na rentrée da APE em Paris

Alma Baiana
Escrito por Alma Baiana

Uma fantástica degustação de 12 vinhos do Líbano, da propriedade e marca registrada Château St-Thomas, fundada em 1990 por Saïd Touma, no Vale do Rio Bekaa, fez a rentrée no dia 28 de setembroou seja, a volta às atividades dos jornalistas correspondentes da imprensa estrangeira na França. São os membros da APE – Association de la Presse Étrangère en France, que hoje congrega mais de 400 associados de 68 países, uma instituição centenária.

O encontro aconteceu no restaurante Al Dar (www.aldar.fr), no 16⁰ distrito da Cidade Luz, templo da gastronomia libanesa, de Rached Zebib, proposto pelo presidente da APE, jornalista Elias Masboungi, diretor do site Trilogue News (www.triloguenews.com). As explicações, verdadeira aula de enologia, ficaram a cargo de Robert Moughanie, professor na Universidade de Dijon e expert na comercialização dos vinhos libaneses desde 1976. Os três ilustram a foto de capa desta matéria.

Vivendo entre o México e a França, presença de peso, estava o jornalista e escritor francês François Collombet, que este ano lançou seu oitavo livro “Cépages & Vins” (Cepas & Vinhos) pela editora Dunod (www.dunod.com), e para 2022 prepara, pela editora Ellipses (www.editions-ellipses.fr), o “Dictionnaire Décalé du Vin!” (título engraçado, que seria como Dicionário Atrasado do Vinho). Seus artigos estão reunidos no site www.dico-du-vin.com.

A coreógrafa Lamia Safieddine estreia novo espetáculo em outubro na Córsega, e em novembro em Paris

De atmosfera calorosa entre colegas, o encontro teve também convidados de fora, com direito a “Parabéns pra Você”, para as duas aniversariantes do dia 28 de setembro: a tunisiana Insaf Derouiche e a francesa Véronique Dejos. A coreógrafa e pedagoga libanesa Lamia Safieddine, diretora da Companhia de Dança Árabe Contemporânea (www.cielamiasafieddine.com), anunciava seu novo espetáculo. Ela viveu quatro anos em São Paulo e por isso fala português fluentemente. Vale lembrar que o Brasil acolhe a maior diáspora libanesa do mundo, com oito milhões de imigrantes e seus descendentes diretos.

Os presentes aproveitaram o encontro e apoiaram o “L’OEIL” (O Olho), literalmente Observatório Europeu para a Integridade do Líbano (lebanon-integrity.org), que luta contra a corrupção no chamado “País do Cedro”, a árvore-símbolo do Líbano, inclusive na sua bandeira.

Mais informações sobre a APE: www.apepresseetrangere.org

  • Por Duda Tawil, texto e fotos, membro da APE desde 1989 e correspondente do Alma Baiana na França

 

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